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sexta-feira, 31 de agosto de 2012



Ténis de Mesa do Sporting Clube de Portugal
A Secção de Ténis de Mesa possui, para além da vertente de competição, a de formação, com o objectivo de criar atletas de alto rendimento e alimentar a equipa de seniores, sem descurar no entanto a vertente de estudo e respectiva formação como cidadãos. Com a construção do Multi-Desportivo, obra inserida no Complexo Alvalade XXI, a secção passou a ter ao seu dispor uma sala com bancada e capacidade para oito mesas de treino, construída de raiz segundo as especificações técnicas para o Ténis de Mesa (piso, iluminação, altura, largura)…
O Sporting Clube de Portugal é o clube português com maior “curriculum” nesta modalidade, contando com mais de 600 títulos nacionais conquistados.
Um dos símbolos do Ténis de Mesa leonino é Pedro Miguel Moura, eleito em 28 de Julho de 2012, Presidente da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa, que ao longo dos 19 anos que representou o Sporting, conquistou 116 títulos em provas individuais, de pares e por equipas, com destaque para 7 Campeonatos Nacionais Individuais / Absolutos, 6 Campeonatos Nacionais Individuais / Seniores, 10 Campeonatos Nacionais, em Pares Masculinos (com Rogério Alfar, Paulo Fernandes e João Portela) e 5 Campeonatos Nacionais, em Pares Mistos (Alexandre Filipe e Luísa Lopes). Fez ainda parte das equipas do Sporting que conquistaram 13 Campeonatos Nacionais e 14 Taças de Portugal. Em 1987 foi distinguido com o “Prémio Stromp” na categoria Atleta Amador.
Jogador nº 1 do ”Ranking Nacional” durante dez anos, foi internacional por 104 vezes, representando Portugal em seis Campeonatos Europeus e quatro Campeonatos Mundiais.
Finda a carreira de jogador continuou ligado aos Leões, como Treinador Adjunto da Equipa Técnica liderada por Chen Shi-Chao.



sábado, 16 de junho de 2012



O Clube de Amigos do Ténis de Mesa de Espinho surgiu no início de 2005, com uma carta dirigida ao Presidente da Câmara Municipal com a intenção de obter um espaço para a prática da modalidade, cujos autores foram Joaquim Barbosa e Paulo Rola.
Os contributos foram diversos, desde as duas mesas cedidas pelo Paulo Rola e pelo António Armindo, passando pela responsabilidade do Francisco na tramitação do processo de legalização do Clube. Houve, ainda, a disponibilidade do José Luís Peralta, que cedeu um espaço no seu consultório para a Sede.
Em Agosto desse mesmo ano, é tomada a decisão de inscrever uma equipa na Associação de Ténis de Mesa de Aveiro. Os responsáveis pelo Clube, Joaquim Barbosa e José Luís Peralta elaboraram um Plano de Actividades para os dois primeiros anos.
O Crescimento do CATME
Os dois primeiros anos foram de aposta séria no crescimento e desenvolvimento da colectividade, duplicando o número de associados. Dos 30 fundadores do núcleo inicial, passámos a meia centena, tendo, para isso, contribuído a participação do clube, no Torneio Inter-Instituições / Empresas, realizado em Maio de 2006, envolvendo mais de 20 Instituições e ultrapassando os cem participantes.
Até 2007, realizámos oito torneios inter-sócios e participámos, desde a época desportiva de 2005 / 2006, no Campeonato Distrital de Aveiro de Ténis de Mesa, com uma equipa de Seniores Masculinos.
A Consolidação do CATME
Em 2007, alargámos as actividades do clube, tendo surgido novas iniciativas, como as caminhadas e a Oficina de Aprendizagem, incluindo-se o escalão feminino.
Actualmente e com a formação de novos técnicos, no curso de treinadores, e a possibilidade de criarmos o”Núcleo do Ténis de Mesa Adaptado”, para praticantes com dificuldades motoras, perspectiva novos desafios e compromissos para o CATME.

quinta-feira, 7 de junho de 2012



O Ténis de Mesa no CARDES surgiu no ano de 1998 pela mão do actual Vice-Presidente António Júlio Almeida e do seu filho Flávio André Almeida.
Nos primeiros anos, a sua existência baseava-se na participação em provas regionais abertas não federativas, como os Jogos Desportivos de Viseu, com resultados interessantes.
Em 2000, com a fundação da ATMV, o CARDES inscreveu-se nas provas desta associação, com uma equipa de Cadetes Masculinos que viriam a ser Vice-Campeões Distritais nesse mesmo ano. No entanto, a falta de competição nesse escalão levaram a equipa a mudar-se em 2001 para os campeonatos do INATEL, em provas individuais, com os seus atletas.
Nos anos vindouros, o Ténis de Mesa do CARDES esteve meio adormecido, voltando-se apenas para provas abertas regionais, sem filiação a qualquer entidade desportiva, apresentando um cariz mais recreativo do que competitivo.
No ano de 2005, o CARDES voltou às provas da ATMV, e desde então nunca mais parou. Participou em 2006 pela primeira em provas nacionais, nos escalões de Juniores e Sub-21, e até hoje também em provas nacionais nos escalões de Infantis Masculinos e Femininos, Cadetes Femininos, Juniores Masculinos e Femininos e Sub-21 Masculino. Conta já com diversos títulos e pódios distritais, em especial nas competições de Pares e Pares Mistos. Individualmente, teve no escalão feminino, atletas campeãs distritais de infantis e cadetes, pódios nos juniores masculinos, e mais recentemente, um jogador vice-campeão de seniores masculinos. Por equipas, dominou os escalões femininos de infantis e cadetes, nos poucos anos da sua actividade, foi 3º classificado nos escalões de juniores masculinos e atualmente é vice-campeão regional de Seniores Masculinos.
Os elementos que mais se destacaram no desenvolvimento da modalidade nos últimos anos foram:
- António Júlio Almeida, antigo Presidente do CARDES e desde sempre dirigente desta modalidade, chegou a participar como atleta no primeiro ano do ténis de mesa da colectividade e esteve sempre empenhado no seu desenvolvimento.
- Flávio André  Almeida, atualmente treinador, jogador e dirigente, está no clube desde o seu início, e conta com alguns títulos regionais e participações em provas nacionais.
- Pedro Almeida, actualmente jogador da equipa, é depois do Flávio o que está a mais tempo no projecto de Ténis de Mesa e é um atleta-chave do clube, pela dedicação que demonstrou ao longo destes anos e pela qualidade reflectida nos seus resultados.
- Fábio Augusto e Carlos Lopes, actualmente dois jogadores da equipa, que apesar de não serem de Barbeita, mostram grande empenho neste projecto, desde que ingressaram nas fileiras do clube em 2006.
- Diana Andrade, é o seu último ano como atleta desta modalidade, mas foi sem dúvida uma grande mais-valia do clube com títulos de Infantis e Cadetes.
- Ana Marques, ex-atleta do clube, que apesar da sua curta passagem, deixou a sua marca no escalão de Cadetes Femininos.

terça-feira, 29 de maio de 2012



- Sport Díli e Benfica 1938 – 1975 (período colonial Português)
Embora seja possível captar alguns sinais de que a sua actividade já se fazia notar no pulsar da vida timorense, sobretudo no quotidiano da cidade de Díli, o Sport Díli e Benfica viria a conseguir a sua existência legal só em 16 de Julho de 1938. Nesse dia, como então era da praxe, no Boletim Oficial da Colónia de Timor, no seu nº 28 – 2º Suplemento, se dava à estampa a Portaria do Governo da Colónia, Nº 655, daquela data, sendo Governador, o major de engenharia Álvaro da Fontoura.
Era um diploma que, respondendo aos anseios da Comissão organizadora da novel associação, aprovava os seus respectivos estatutos, os quais, logo nas suas primeiras linhas, tratavam de atestar que a fundação do clube se contava a 28 de Maio de 1938.
O Benfica, cuja primeira designação, em boa verdade, foi a de Sport Lisboa e Dilly, comprometia-se a ter “a sua sede social, campos de jogos e demais instalações na cidade de Dilly”. A associação constituía-se ao jeito e aos alinhamentos políticos da época, e com a intenção de “promover entre os seus associados a prática de educação física e proporcionar-lhes o recreio por meio de récitas, concertos, sessões solenes, serões, bailes e jogos autorizados, tanto de interesse económico do Clube como para fins de beneficência”.
A primeira sedee, deve ter-se implantado numa casa localizada na Avenida Bispo Medeiros, então como hoje ainda, a principal artéria da cidade no sentido norte-sul, e que a atravessa desde o mar até aos começos do vale de Lahane.
O clube, designava-se por Sport Lisboa e Dilly, sendo que, por princípio, na sua documentação, a palavra Benfica não poderia aparecer. Esse inconveniente, que certamente causava algum desconforto entre os benfiquistas timorenses e algum lapso na sua identidade mais profunda, começou a ser ultrapassado de uma forma simples e engenhosa. Alguém se lembrou de fazer imprimir, logo a seguir à designação oficial do clube e entre parênteses, a palavra “Benfica”.Até que, quase nos finais de 1955, o clube passa a chamar-se, finalmente, Sport Díli e Benfica. Assim o estabelece o disposto na Portaria nº 2184, de 3 de Dezembro de 1955.
Foi numa parcela da Rua Formosa, que o Benfica haveria de levantar a sua sede e o seu recinto desportivo para a prática de modalidades como o basquetebol, o voleibol ou o ténis.
O ano de 1960, seria muito importante para o Sport Díli e Benfica. Em Junho, em reconhecimento dos seus méritos relevantes no contexto desportivo e social de Timor, uma autenticação da Portaria nº 2618, declara o estatuto de “utilidade pública” para o Sport Díli e Benfica.
Até que, em 1975, num tempo triste e magoado da vida de Timor, o Sport Díli e Benfica, como quase todas as expressões associativas timorenses então existentes, se viu forçado a interromper quase todas as suas actividades e a guardar as suas camisolas. Foi um período que durou muito tempo, mesmo depois de libertada a pátria e reposta a alegria.
- Sport Díli e Benfica 1975 – 1999 (período da ocupação Indonésia)
Em 1980, durante a ocupação indonésia, um grupo de timorenses benfiquistas e adeptos do boxing decidiram reactivar a modalidade no clube. Os pugilistas timorenses e benfiquistas desenvolvidos no clube participaram em competições nacionais e internacionais. Os distúrbios civis e políticos, em 1999, criou um ambiente instável e inseguro e de novo as actividades foram suspensas até 2001.
Na última década, e em especial após a independência, os pugilistas do Sport Dili e Benfica participaram em várias competições internacionais e por varias vezes representaram Timor Leste em eventos importantes como os Jogos Olímpicos de Sydnei / Austrália, no ano de 2000, os Jogos Asiáticos, em Busan / Coreia do Sul, no ano de 2002, os Jogos Asiáticos em Doha / Qatar, em 2006, os Jogos Asiaticos, em Guangzou / China, em 2010, os Jogos do Sudeste da Asia / Vietnam, em 2003, os Jogos do Sudeste da Asia / Filipinas, em 2005, os Jogos do Sudeste da Asia / Tailândia, em 2007 e os Jogos do Sudeste da Asia / Laos, em 2009.
Neste momento, em tempo de refundação do Sport Díli e Benfica, talvez seja bom recordar o que foram os primeiros tempos desta associação insubstituível na formação da identidade da cidade de Díli e do próprio país, que é Timor Leste, para que essa recordação sirva de exemplo e de guia para mobilizar vontades e orientar o futuro.
No dia 9 de Maio de 2010 um grupo de antigos sócios e jogadores do “Sport Díli e Benfica”, reuniram-se em Assembleia Geral tendo por objectivo reactivar o clube timorense que tinha vários adeptos aquando da administração portuguesa e recordaram os ‘bons velhos tempos’, sendo que, Óscar Marques, João Soares e João Mendes Gonçalves estiveram presentes no reencontro. Também Mário Viegas Carrascalão, que já foi jogador do clube e é agora membro do parlamento esteve presente.
O Ténis de Mesa é uma das onze modalidades, praticadas, no Sport Dili e Benfica.

domingo, 27 de maio de 2012



Na data da fundação do CTM, 15 de Setembro de 1990, o Ténis de Mesa era já um desporto praticado em Mirandela, há mais de 10 anos, em moldes pouco organizados, na colectividade onde se encontrava inserido (Sport Clube de Mirandela), cujo projecto de expansão era inexistente, e que a continuar assim, ditaria o desaparecimento da modalidade. Então surgiu o dilema: a sua extinção ou apostava-se num projecto inovador, credível que gerasse consensos e desenvolvimento. E assim, nasceu o Clube Ténis de Mesa de Mirandela. A Comissão Instaladora do CTM foi a seguinte: - Presidente: Isidro José Mata Borges, Vice-presidente: António Martins dos Santos, 1º Secretário: Joaquim Eugénio Pedroso Fins, 2º secretário: Manuel Fernando Soares Correia, 1º Tesoureiro: Carlos Manuel Pinto, 2º Tesoureiro: José Manuel do Nascimento Policarpo, Vogais: António Costa e Paulo Pedroso.
O clube está filiado na Federação Portuguesa de Ténis de Mesa desde a sua fundação. Há 2 anos filiou-se na Federação Portuguesa de Ténis e na Federação Portuguesa de Canoagem. Nos primeiros anos de existência, o clube teve basquetebol, conseguindo alguns títulos regionais, participando com uma equipa sénior no Nacional da 3ª divisão.

A sede é dividida com a Associação de Ténis de Mesa de Bragança e fica situada no Bairro Fundo de Fomento de Habitação, bloco 21, cave direita. O Pavilhão dos Bombeiros é o local, onde diariamente se treina o Ténis de Mesa. O clube tem 400 sócios, que anualmente, conforme a categoria de associado: ouro, prata ou normal, pagam 60, 30 ou 15 euros, respectivamente.
A Câmara Municipal de Mirandela deliberou por unanimidade, na reunião de 19/6/1998, atribuir a Medalha de Ouro do Município de Mirandela ao CTM, tendo a mesma decisão sido confirmada em Assembleia Municipal, realizada em 28/4/2000.
Os actuais corpos gerentes do clube são: Assembleia-geral – Presidente: Roger do Nascimento Ferreira, 1º secretário: Fernando Manuel Pinto, 2º secretário: Manuel João Branco Coelhoso Moreira. Conselho Fiscal – Presidente: António Martins dos Santos, Vice-presidente. Alfredo José Ricardo e relator: Carlos Manuel Pinto. Direcção – Presidente: Isidro José Mata Borges, Vice-presidentes: Jorge Augusto Costa e Jorge Carlos Gonçalves Nascimento, secretário: Cláudio Manuel Ramires, tesoureiro: Manuel Fernando Soares Correia, vogais: Fernando Adérito Cristóvão, Joaquim Eugénio Pedroso Fins, Marco Luís Borges Marujo, Leonel Miranda Esteves, Fernando António Pires Ramos e Nuno João Alves Sousa Pinheiro.
Isidro Borges, presidente da Direcção desde a primeira hora e sócio nº 1 do clube, atingiu plano de destaque como treinador, treinando as selecções nacionais femininas, nas categorias de cadetes, juniores e seniores, durante alguns anos.